{"id":1600,"date":"2025-06-25T12:27:04","date_gmt":"2025-06-25T12:27:04","guid":{"rendered":"https:\/\/aihre.eu\/?p=1600"},"modified":"2025-07-01T07:43:42","modified_gmt":"2025-07-01T07:43:42","slug":"hidrogeno-renovable-revitalizar-nucleos-industriales-huelva-campo-gibraltar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aihre.eu\/pt\/hidrogeno-renovable-revitalizar-nucleos-industriales-huelva-campo-gibraltar\/","title":{"rendered":"\u201cO hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel pode revitalizar ainda mais os centros industriais de Huelva e Campo de Gibraltar\u201d"},"content":{"rendered":"<p><strong>Entrevista com Germ\u00e1n L\u00f3pez Lara, diretor t\u00e9cnico do sector Energia e Ambiente da Corporaci\u00f3n Tecnol\u00f3gica de Andaluc\u00eda (CTA) e membro da AIHRE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Germ\u00e1n L\u00f3pez \u00e9 diretor t\u00e9cnico do sector de Energia e Ambiente da Corporaci\u00f3n Tecnol\u00f3gica de Andaluc\u00eda (CTA), uma funda\u00e7\u00e3o privada com 20 anos de experi\u00eancia na promo\u00e7\u00e3o da inova\u00e7\u00e3o empresarial em sectores estrat\u00e9gicos. Com mais de 185 empresas associadas, a CTA tem uma atividade internacional not\u00e1vel como parceiro de refer\u00eancia em projectos de inova\u00e7\u00e3o colaborativa. Na sua hist\u00f3ria, a funda\u00e7\u00e3o participou em mais de 65 projectos internacionais, financiados pela Uni\u00e3o Europeia e por organiza\u00e7\u00f5es multilaterais, e colaborou com mais de 500 entidades de 45 pa\u00edses. No projeto europeu AIHRE, o CTA lidera as tarefas de divulga\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o, com o objetivo de dar visibilidade ao seu progresso e incentivar a participa\u00e7\u00e3o de agentes-chave no territ\u00f3rio.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Em termos gerais, poderia falar-nos do projeto AIHRE, do qual \u00e9 membro?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>AIHRE \u00e9 um projeto financiado no \u00e2mbito do programa POCTEP que promove o desenvolvimento e a coopera\u00e7\u00e3o transfronteiri\u00e7a entre Espanha e Portugal. Est\u00e1 centrado na an\u00e1lise e promo\u00e7\u00e3o do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel nesta \u00e1rea geogr\u00e1fica, especificamente atrav\u00e9s do refor\u00e7o da colabora\u00e7\u00e3o entre os actores das diferentes cadeias de valor do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel, incluindo empresas, administra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, centros tecnol\u00f3gicos e universidades. Entre os objectivos perseguidos com esta coopera\u00e7\u00e3o est\u00e1 a consolida\u00e7\u00e3o do ecossistema de inova\u00e7\u00e3o, cient\u00edfico e tecnol\u00f3gico que contribui para melhorar a competitividade empresarial tanto em Espanha como em Portugal.<\/p>\n\n\n\n<p>O cons\u00f3rcio \u00e9 constitu\u00eddo por nove entidades, quatro portuguesas e cinco espanholas, com uma vasta experi\u00eancia no sector energ\u00e9tico e em processos de inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, empresarial e empreendedora. Gra\u00e7as \u00e0 coopera\u00e7\u00e3o entre os parceiros e ao seu vasto conhecimento, est\u00e3o a ser geradas ferramentas que ajudar\u00e3o o hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel a desempenhar um papel mais ativo na nossa economia.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Que papel pensa que Espanha e Portugal podem desempenhar na lideran\u00e7a europeia rumo a uma economia do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel? Estamos em condi\u00e7\u00f5es de ser uma refer\u00eancia?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Espanha e Portugal t\u00eam uma grande oportunidade de desempenhar um papel fundamental numa futura economia descarbonizada, na qual a eletricidade, maioritariamente de origem renov\u00e1vel, a efici\u00eancia energ\u00e9tica, as energias renov\u00e1veis e a utiliza\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel se destacar\u00e3o como pilares b\u00e1sicos. Ambos os pa\u00edses t\u00eam um elevado potencial de recursos renov\u00e1veis gra\u00e7as aos seus elevados n\u00edveis de irradia\u00e7\u00e3o solar, bem como \u00e0 exist\u00eancia de ventos constantes com velocidades moderadamente elevadas, para al\u00e9m de um not\u00e1vel potencial de biomassa. Estes recursos renov\u00e1veis est\u00e3o a ser utilizados principalmente para gerar eletricidade e energia t\u00e9rmica para satisfazer parte da procura energ\u00e9tica das ind\u00fastrias e dos edif\u00edcios. <\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a eletricidade renov\u00e1vel tamb\u00e9m pode ser utilizada para produzir hidrog\u00e9nio, que \u00e9 consumido nas ind\u00fastrias que o utilizam diretamente nos seus processos (produ\u00e7\u00e3o de a\u00e7o, produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes, na ind\u00fastria qu\u00edmica, etc.) ou exportado para outros pa\u00edses europeus onde se consome tanto o hidrog\u00e9nio como os seus derivados (metanol, amon\u00edaco, etc.). Um exemplo de processos que consomem hidrog\u00e9nio e seus derivados s\u00e3o os correspondentes aos n\u00facleos industriais localizados em Huelva e Campo de Gibraltar, em torno dos quais se est\u00e1 a desenvolver o Vale Andaluz do Hidrog\u00e9nio Verde, que permitir\u00e1 produzir, consumir e exportar hidrog\u00e9nio gerado a partir de fontes renov\u00e1veis. Este tipo de ac\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de apoiar a descarboniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria, refor\u00e7ar a seguran\u00e7a do abastecimento energ\u00e9tico, reduzir a depend\u00eancia de combust\u00edveis f\u00f3sseis importados e aumentar a autossufici\u00eancia energ\u00e9tica, atrair\u00e1 investimentos valiosos tanto em Espanha como em Portugal, que gerar\u00e3o empregos est\u00e1veis e de qualidade em ambos os pa\u00edses. A Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica, neste processo de transi\u00e7\u00e3o din\u00e2mica em que nos encontramos, tem a oportunidade de se tornar um centro l\u00edder de produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel para a Europa.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Que sectores produtivos ou ind\u00fastrias da Andaluzia est\u00e3o a demonstrar maior empenho neste vetor energ\u00e9tico?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Entre os sectores industriais, a qu\u00edmica, a refina\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e a agroind\u00fastria lideram a ado\u00e7\u00e3o do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel e dos seus derivados. A Andaluzia tem a vantagem de contar com dois importantes p\u00f3los industriais, em Huelva e no Campo de Gibraltar, com empresas especializadas em actividades dedicadas aos gases industriais, \u00e0 refina\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, \u00e0 ind\u00fastria qu\u00edmica, \u00e0 metalurgia, \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de eletricidade, ao fabrico de insumos agr\u00edcolas e biocombust\u00edveis, etc. O hidrog\u00e9nio \u00e9 consumido nestes centros desde h\u00e1 muito tempo, embora se trate de hidrog\u00e9nio n\u00e3o renov\u00e1vel - essencialmente hidrog\u00e9nio cinzento, uma vez que \u00e9 gerado a partir do g\u00e1s natural atrav\u00e9s de um processo de reforma a vapor - e v\u00e1rias destas empresas consumidoras est\u00e3o seriamente empenhadas em substitu\u00ed-lo por hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel. <\/p>\n\n\n\n<p>Neste sentido, foi recentemente aprovado o projeto ONUBA do MOEVE, que n\u00e3o s\u00f3 reduzir\u00e1 o consumo de hidrog\u00e9nio n\u00e3o renov\u00e1vel no Parque Energ\u00e9tico de La R\u00e1bida, como tamb\u00e9m contribuir\u00e1 para a descarboniza\u00e7\u00e3o de outros sectores industriais. Neste \u00faltimo aspeto, vale a pena destacar que o hidrog\u00e9nio tem uma s\u00e9rie de carater\u00edsticas t\u00e9cnicas que o tornam atrativo para desempenhar um papel muito ativo na descarboniza\u00e7\u00e3o de sectores intensivos em energia, principalmente aqueles cuja eletrifica\u00e7\u00e3o \u00e9 particularmente complexa, como o sector sider\u00fargico, os produtos qu\u00edmicos, o transporte mar\u00edtimo, a\u00e9reo e rodovi\u00e1rio pesado. Al\u00e9m disso, pode tamb\u00e9m ajudar a estabilizar a rede el\u00e9ctrica, equilibrando os desfasamentos temporais entre a procura de eletricidade e a produ\u00e7\u00e3o intermitente de eletricidade renov\u00e1vel, bem como minimizando os derrames de eletricidade renov\u00e1vel, que est\u00e3o atualmente a aumentar.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Na sua opini\u00e3o, quais s\u00e3o os principais desafios que se colocam \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel, tanto na Andaluzia como no conjunto de Espanha e Portugal?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 v\u00e1rios desafios que t\u00eam de ser enfrentados para acelerar a implanta\u00e7\u00e3o do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel. Tanto a Espanha (especialmente a Andaluzia) como Portugal registaram progressos significativos na instala\u00e7\u00e3o de energia renov\u00e1vel, especialmente solar fotovoltaica e e\u00f3lica em Espanha, e hidroel\u00e9trica e e\u00f3lica em Portugal. Isto permitiu que mais de 55% da eletricidade anual produzida seja renov\u00e1vel em todas estas geografias at\u00e9 2024, chegando mesmo a 80% em determinadas situa\u00e7\u00f5es. No entanto, \u00e9 essencial investir em redes inteligentes e resilientes para permitir a integra\u00e7\u00e3o efectiva de tecnologias renov\u00e1veis intermitentes, como a energia solar fotovoltaica e a e\u00f3lica. Isto \u00e9 fundamental n\u00e3o s\u00f3 para garantir a estabilidade do fornecimento de eletricidade, mas tamb\u00e9m para impulsionar a produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel a partir da eletr\u00f3lise da \u00e1gua utilizando eletricidade renov\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, os procedimentos administrativos de acesso e de liga\u00e7\u00e3o \u00e0 rede el\u00e9ctrica constituem um obst\u00e1culo ao desenvolvimento dos projectos. Concretamente, para facilitar a realiza\u00e7\u00e3o destes projectos, \u00e9 necess\u00e1rio progredir em mat\u00e9ria de clareza regulamentar e de simplifica\u00e7\u00e3o administrativa.<\/p>\n\n\n\n<p>A escassez de centrais hidroel\u00e9ctricas tamb\u00e9m constitui um grande desafio, assim como continuar a promover e acelerar a constru\u00e7\u00e3o ou adapta\u00e7\u00e3o de infra-estruturas de g\u00e1s, como a Rede Espanhola de Espinha Dorsal de Hidrog\u00e9nio, o corredor H2Med e as instala\u00e7\u00f5es de armazenamento associadas. Sem o desenvolvimento adequado destas infra-estruturas estrat\u00e9gicas, corre-se o risco de n\u00e3o se tirar o m\u00e1ximo partido desta oportunidade, como aconteceu n\u00e3o h\u00e1 muito tempo com outras tecnologias energ\u00e9ticas, tanto em Portugal como em Espanha.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, embora a tecnologia de eletr\u00f3lise seja bem conhecida e existam v\u00e1rias alternativas (alcalina, membrana polim\u00e9rica, \u00f3xido s\u00f3lido, etc.), \u00e9 necess\u00e1rio continuar a progredir na melhoria da efici\u00eancia da convers\u00e3o el\u00e9ctrica em hidrog\u00e9nio, no aumento da durabilidade dos electrolisadores, na utiliza\u00e7\u00e3o de materiais mais facilmente dispon\u00edveis, etc. Em suma, a investiga\u00e7\u00e3o e a inova\u00e7\u00e3o devem continuar com o objetivo principal de reduzir os custos para que os sistemas de produ\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel sejam competitivos em rela\u00e7\u00e3o aos sistemas convencionais.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo de eletr\u00f3lise requer eletricidade e \u00e1gua. J\u00e1 referi anteriormente os desafios associados \u00e0 disponibilidade de eletricidade a partir de fontes renov\u00e1veis, bem como a minimiza\u00e7\u00e3o do seu consumo durante a eletr\u00f3lise. Por conseguinte, no que diz respeito \u00e0 \u00e1gua, devem ser tomadas medidas para assegurar uma gest\u00e3o mais eficiente, incluindo a promo\u00e7\u00e3o da dessaliniza\u00e7\u00e3o da \u00e1gua do mar utilizando fontes de energia renov\u00e1veis, ou a utiliza\u00e7\u00e3o de \u00e1guas residuais. Especialmente na Andaluzia, devido ao baixo n\u00edvel de reservas de \u00e1gua e aos per\u00edodos de seca cada vez mais frequentes, deve ser dada especial aten\u00e7\u00e3o a uma gest\u00e3o eficiente destinada a preservar a disponibilidade e a qualidade dos recursos h\u00eddricos.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Para al\u00e9m do seu potencial energ\u00e9tico, que impacto pensa que o hidrog\u00e9nio verde poder\u00e1 ter a n\u00edvel econ\u00f3mico e social no nosso territ\u00f3rio?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o, utiliza\u00e7\u00e3o e transporte de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel e seus derivados n\u00e3o s\u00f3 representa uma solu\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica que contribui para a descarboniza\u00e7\u00e3o da economia, mas tamb\u00e9m uma oportunidade de transforma\u00e7\u00e3o do tecido econ\u00f3mico e social da Andaluzia, Espanha e Portugal. Assim, o seu impacto ter\u00e1 repercuss\u00f5es positivas tanto em termos de refor\u00e7o da atividade industrial como de cria\u00e7\u00e3o de emprego nestas regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Andaluzia, o hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel surge como um vetor que pode contribuir para a descarboniza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria e, em particular, para revitalizar ainda mais os centros industriais de Huelva e Campo de Gibraltar com um importante tecido empresarial comprometido com a descarboniza\u00e7\u00e3o dos seus processos e consumos energ\u00e9ticos. O desenvolvimento do Vale do Hidrog\u00e9nio Verde da Andaluzia representar\u00e1 um investimento de cerca de 3.000 milh\u00f5es de euros e estima-se que ser\u00e3o criados cerca de 10.000 postos de trabalho, dos quais 1.000 ser\u00e3o diretos. J\u00e1 est\u00e3o a ser promovidos programas de forma\u00e7\u00e3o para jovens e trabalhadores locais, que ajudar\u00e3o a aumentar o seu n\u00edvel de qualifica\u00e7\u00e3o e a dar uma resposta adequada \u00e0s necessidades dos perfis exigidos pelas empresas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, dar\u00e1 um importante impulso \u00e0s PME andaluzas, que poder\u00e3o beneficiar deste contexto que se gerar\u00e1 em torno do ecossistema do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel, desde empresas com actividades centradas nas centrais renov\u00e1veis ou no fabrico de componentes, at\u00e9 empresas de engenharia e agentes especializados na constru\u00e7\u00e3o, manuten\u00e7\u00e3o ou servi\u00e7os auxiliares.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, as perspectivas s\u00e3o positivas, pois o hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel tem capacidade para gerar emprego de qualidade, atrair investimentos e refor\u00e7ar a atividade industrial. No entanto, para que este impacto se concretize corretamente, ser\u00e1 essencial acompanh\u00e1-lo com ferramentas que facilitem o investimento, bem como desenvolver programas de forma\u00e7\u00e3o especializados para fornecer trabalhadores qualificados.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Por \u00faltimo, gostaria de partilhar algumas ideias sobre a import\u00e2ncia de iniciativas de colabora\u00e7\u00e3o como o AIHRE?<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>O hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel tem um importante potencial transformador para o Sul da Europa, e projectos colaborativos como o AIHRE pretendem ser catalisadores desta transi\u00e7\u00e3o. Como medida de apoio, lan\u00e7\u00e1mos o chamado Ecossistema AIHRE, que visa desenvolver uma comunidade de atores empenhados em promover a utiliza\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel na zona transfronteiri\u00e7a entre Portugal e Espanha. Os membros desta comunidade, atualmente mais de 70 entidades, t\u00eam acesso a informa\u00e7\u00e3o sobre eventos relacionados com o hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel, participam em workshops e sess\u00f5es de networking, e est\u00e3o localizados num mapa interativo que mostra as suas capacidades e interesses, com o objetivo de aumentar a sua visibilidade e facilitar futuras colabora\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Este Ecossistema AIHRE serve de exemplo para mostrar as vantagens de apoiar iniciativas colaborativas neste sector, j\u00e1 que se desenvolvem sinergias que ajudam a fortalecer as cadeias de valor do hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel, que \u00e9 um vetor energ\u00e9tico que veio para ficar e que apresenta uma grande oportunidade para que Espanha e Portugal, al\u00e9m de fortalecerem uma ind\u00fastria sustent\u00e1vel e gerarem emprego qualificado, se tornem actores relevantes na produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de hidrog\u00e9nio renov\u00e1vel e, portanto, na transi\u00e7\u00e3o para um modelo energ\u00e9tico mais descarbonizado, distribu\u00eddo, aut\u00f3nomo e sustent\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista a Germ\u00e1n L\u00f3pez Lara, responsable t\u00e9cnico del sector Energ\u00eda y Medio Ambiente en Corporaci\u00f3n Tecnol\u00f3gica de Andaluc\u00eda (CTA) y socio de AIHRE Germ\u00e1n L\u00f3pez es responsable t\u00e9cnico del sector [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1603,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[23],"tags":[],"class_list":["post-1600","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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